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	<title>:: Paulínia Extra! :: Notícias de Paulínia e região para quem quiser saber! &#187; Artigos</title>
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	<description>Notícias de Paulínia e região para quem quiser saber!</description>
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		<title>Padre Eduardo Dougherty fala sobre o novo Papa Francisco</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Mar 2013 16:42:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michele Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[LOUVADO SEJA DEUS PELO NOVO PAPA FRANCISCO  Habemus Papam! Foram estas as palavras, em latim, que o Cardeal protodiácono anunciou ao mundo a tão esperada e feliz notícia: temos um Papa! Louvado seja Deus! Nós, os Jesuítas, estamos para servir a Deus, e foi uma surpresa e alegria saber que um jesuíta, pela primeira vez, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><em><b>LOUVADO SEJA DEUS PELO NOVO PAPA FRANCISCO</b></em></p>
<p><em> Habemus Papam! Foram estas as palavras, em latim, que o Cardeal protodiácono anunciou ao mundo a tão esperada e feliz notícia: temos um Papa!</em></p>
<p>Louvado seja Deus! Nós, os Jesuítas, estamos para servir a Deus, e foi uma surpresa e alegria saber que um jesuíta, pela primeira vez, é o novo Papa.</p>
<p>Santo Inácio de Loyola diz que para a maior Glória de Deus, nenhum jesuíta deveria aspirar ser uma autoridade, um bispo. É proibido. Nós somos apenas servos de Deus. No entanto, quando a Igreja, que é o corpo de Cristo, diz que um jesuíta deve ser bispo, como é o caso do Padre Bergoglio, assim é feito. Pois a Igreja está mandando, e nós somos obedientes a Igreja. Então, ele foi nomeado Bispo e Arcebispo. E hoje, para nossa alegria, o primeiro Papa latino-americano e primeiro jesuíta como Sumo Pontífice.</p>
<p>Eu o conheci pessoalmente. E assim como em nossos exercícios espirituais de Santo Inácio, o novo Papa agiu com humildade e pobreza de espírito.</p>
<p>Deus pediu a Francisco para renovar a Igreja. Então podemos esperar uma renovação da Igreja. O novo Papa vai ser forte. O “Sim” vai ser “Sim”. Não haverá o “sim” e o “não”. Será o “Sim” de Jesus. Ele não vai agradar a muitas pessoas, pois ele vai falar a verdade. Ele vai denunciar e anunciar. Podemos esperar que tudo o que está escrito no Documento de Aparecida será difundido pela Igreja no mundo. Este será o roteiro do Papa.</p>
<p>O novo Papa Francisco pediu orações, e nós nos comprometemos a amar a Igreja e a orar pelo nosso líder, o Papa Francisco.</p>
<p><b>Padre Eduardo Dougherty, <i>sj</i></b></p>
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		<title>Sexo virtual é realidade dos tempos modernos</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Nov 2012 13:42:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michele Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Colunas]]></category>

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		<description><![CDATA[Drª Jaqueline Pinto* A virtualidade, que abraçou também as relações sociais das pessoas, trouxe novas características de relacionamento. E como a criatividade é o limite, não demorou para que os programinhas de conversação em tempo real logo servissem para propósitos pouco convencionais do ponto de vista prático: o sexo virtual. Sim, pessoas encontraram uma nova [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Drª Jaqueline Pinto*</strong></em></p>
<p>A virtualidade, que abraçou também as relações sociais das pessoas, trouxe novas características de relacionamento. E como a criatividade é o limite, não demorou para que os programinhas de conversação em tempo real logo servissem para propósitos pouco convencionais do ponto de vista prático: o sexo virtual. Sim, pessoas encontraram uma nova forma de se relacionar, obter prazer e dar vazão às suas fantasias, situações que talvez não ocorressem no mundo real.</p>
<p>Para algumas pessoas o sexo é a conjunção carnal, física, a troca de fluidos e energias. Mas se pensarmos que o sexo vai além dessa concepção, englobando intimidade e vínculo emocionais, troca de experiências, diálogos de vontades, então o sexo virtual se torna possível e cada vez mais comum, trazendo inclusive suas consequências, como as traições, as desconfianças, o desmantelamento das relações &#8220;originais&#8221;.</p>
<p>No sexo virtual o que importa é a excitação, a fantasia. E com ele surgem aspectos positivos e negativos ou até mesmo nocivos, como o confinamento no mundo virtual que acaba prejudicando ou afetando outras áreas. Muitos dão vazão aos seus delírios de forma muito mais fácil quando estão protegidos pela tela do computador. Com isso podem simplesmente abandonar o seu &#8220;eu&#8221; real vivenciando suas experiências apenas com o auxílio da internet. Sendo o recurso utilizado por alguns para realizarem-se sexualmente, novas formas de se relacionar aparecem, abrindo novos diálogos, troca de experiências e uma nova forma de sexo para excitar a outra pessoa através de palavras.</p>
<p>A virtualidade contribui para despertar curiosidades e criar o fascínio pelo sexo, o que inclusive pode ser perigoso para jovens imaturos sexualmente, mas que já se aventuram nas salas de bate-papo atrás dessas experiências. As pessoas transitam e interagem conforme o desejo de cada um. A traição seria outro tema apontado, pois implica em uma intimidade emocional, cumplicidade, confidências com o outro que criam novos paradigmas de traição e sua contrapartida, o ciúme. Essa infidelidade emocional pode afetar significativamente a união de um casal, embora haja quem a considere traição e outros não.</p>
<p>Sabe-se que um relacionamento contínuo pode acabar na cama. Que no fundo há uma tensão sexual ocorrendo. O prazer de exercitar o poder de sedução e conquista é um aspecto que, compreensivelmente, desaparece no casamento. Já no ciberespaço eles têm a mesma matriz e o efeito sobre a vida do casal pode ser enorme, trazendo prejuízos significativos na vida conjugal.</p>
<p>Assim, como qualquer outra comunidade as virtuais também apresentam qualidades e problemas que precisam ser apontados. Pode proporcionar amizades duradouras, tolerância e até amor. Por outro lado, há também ódio, violência, culpa pornografia e vergonha, que podem trazer importantes implicações na vida de seus participantes.</p>
<p><strong><em>*Drª Jaqueline Pinto é coordenadora do curso de pós-graduação em sexualidade da Famerp</em></strong></p>
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		<title>A indústria eleitoral</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Oct 2012 20:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michele Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Colunas]]></category>

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		<description><![CDATA[Para ter a ilusória sensação de vivermos em uma democracia representativa, o povo brasileiro tem se sujeitado nas últimas três décadas a uma crescente indústria eleitoral. Os números das eleições 2012 não deixam dúvidas: além dos R$597 milhões correspondentes ao orçamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os gastos com as campanhas às prefeituras e às [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para ter a ilusória sensação de vivermos em uma democracia representativa, o povo brasileiro tem se sujeitado nas últimas três décadas a uma crescente indústria eleitoral.</p>
<p>Os números das eleições 2012 não deixam dúvidas: além dos R$597 milhões correspondentes ao orçamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os gastos com as campanhas às prefeituras e às câmaras de vereadores dos 5.567 municípios brasileiros podem ultrapassar R$1,2 bilhão, em uma estimativa bastante conservadora. É uma soma absurda para contratar cabos eleitorais e pagar por placas, cartazes, cavaletes, folhetos, santinhos e afins. Material que, ao final da campanha, vai literalmente para o lixo – ou seja, dinheiro jogado fora. Ou será que não?</p>
<p>Na verdade, não. Usando a linguagem financeira, os investidores nas campanhas fazem uma conta simples: retorno sobre o investimento. Pessimismo à parte, questões ideológicas e altruísmo não são colocados nessa conta, por razões óbvias. Se um investidor <strong><em>X</em></strong> apostou R$100 em uma campanha, ele calculou que é possível recuperar os R$100 acrescidos de outros R$100, R$200 ou muito mais. Aí está o primeiro problema: como o investidor <strong><em>X</em></strong> irá recuperar o montante investido em uma campanha eleitoral?</p>
<p>Fato é que o candidato eleito será cobrado em algum momento por seus investidores. É neste ponto que os projetos apresentados ao eleitor no decorrer da campanha se afastam da realidade, tornando-se promessas vazias. A tendência é que os programas de governo sejam executados levando em conta os interesses dos investidores, não os dos cidadãos. Assim, entre uma obra de interesse público e outra de interesse dos investidores de campanha, o político se empenhará para realizar a segunda. E usará todos os argumentos para tentar justificar o injustificável. Eis a origem de chafarizes, estátuas, praças e outras obras inúteis que são executadas por políticos, à revelia da vontade da população.</p>
<p>O segundo problema são as famigeradas coligações partidárias. Estas não são mais formadas em torno de projetos políticos, muito menos em torno de ideologias, mas sim, atendendo a interesses econômicos. A raiz da negociação econômica escusa das coligações partidárias está paradoxalmente em duas nobres funções do poder Legislativo: (1) constituir leis de interesse público e (2) fiscalizar as ações do poder Executivo.</p>
<p>Como o Brasil tem um sistema de governo presidencialista e uma Constituição Federal parlamentarista, a governabilidade torna-se inviável. A menos que o poder Executivo ofereça “algo” aos parlamentos. Suscita-se aí o loteamento do poder público: secretarias dos Estados e dos municípios, ministérios, empresas estatais, autarquias&#8230; Tudo serve para acomodar a base aliada, em troca de apoio nas votações de leis de interesse do poder Executivo, que, por sua vez, atende aos interesses dos investidores de campanha.</p>
<p>Senadores, deputados federais, estaduais e distritais e vereadores apoderam-se dessas pastas tais como células cancerosas, acometendo o Estado de uma doença incurável. Inclusive porque os parlamentares têm de acomodar os correligionários que tanto se empenharam em elegê-los. Como filhotes de porcos famintos, os apadrinhados políticos dos parlamentares eleitos passam a sugar as tetas do governo, frequentemente além do limite da sustentabilidade financeira do setor público. E, é lógico, sem qualquer compromisso com a eficiência administrativa, com a Ética, com a meritocracia e muito menos com o interesse coletivo.</p>
<p>E a população? Bem. Esta é apenas coadjuvante em toda essa trama. Dela somente se lembram de dois em dois anos, quando a indústria eleitoral tem de fabricar novos produtos. Lamentável que o povo não se aperceba de que tem nas mãos uma arma simples para acabar com tudo isso: o voto. Em uma espécie de torpor, o eleitor aceita qualquer discurso vazio em favor da “Educação, Saúde, Transporte e Emprego”. Enquanto se alternam no poder situação e oposição, uma apregoando o “rumo certo”, outra bradando por “mudanças”. Ainda que nada mude. Ainda que o rumo continue sendo sempre o mesmo, independente de quem esteja no poder.</p>
<p><strong>Por Fabricio Pessato, coordenador do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Metrocamp</strong></p>
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		<title>Ciúme, os esfarelador de relações</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Sep 2012 15:12:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michele Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Sonia Daud* Ciúmes&#8230; ah! O ciúme! Quem nunca o sentiu que atire a primeira pedra. Na verdade costumam atirar coisas piores, pois o ciúme, na história, é motivo de crimes, mortes e, mas comum, desmantelamento das relações, sejam elas familiares e, claro, de casal. Não por acaso o ciúme influencia diretamente sobre uma outra condição [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><em><strong>Sonia Daud*</strong></em></p>
<p align="justify">Ciúmes&#8230; ah! O ciúme! Quem nunca o sentiu que atire a primeira pedra. Na verdade costumam atirar coisas piores, pois o ciúme, na história, é motivo de crimes, mortes e, mas comum, desmantelamento das relações, sejam elas familiares e, claro, de casal. Não por acaso o ciúme influencia diretamente sobre uma outra condição si ne qua non do casal: a sexualidade. O despreparo do ciúme versus sexo acaba minando o relacionamento.</p>
<p align="justify">Os psicólogos israelenses Elliot Aronson e Ayala Pines trazem uma definição interessante acerca do ciúme. Para eles, trata-se de &#8220;reação complexa a uma ameaça perceptível a uma relação valiosa ou à sua qualidade.&#8221; De fato, o ciúme surge quando nos sentimos ameaçados em nosso círculo de segurança. O problema é que no âmbito dos relacionamentos, muitas vezes o ciúme não tem razão de ser. Na verdade é um desdobramento da insegurança de um dos componentes do casal &#8211; ou os dois. Daí vêm os tumultos.</p>
<p align="justify">E na atualidade estamos embarcados em uma verdade odisseia do ciúme, já que a internet, principalmente, trouxe à tona a intimidade dos relacionamentos. E as pessoas se expõem demais, é verdade. Tanto que uma pesquisa da Universidade Loyola, de Chicago, nos Estados Unidos, mostrou que um em cada cinco divórcios naquele país tem como pivô o Facebook. A rede social mais comentada da atualidade tem destruído relacionamentos a rodo mundo afora, e não é diferente aqui no Brasil.</p>
<p align="justify">Obviamente que não é o Facebook, ou o que quer que seja, o grande mal das relações, mas sim o que fazemos com essas ferramentas. A tela do computador facilita os joguinhos eróticos com gente desconhecida. E a rotina dos casais acaba facilitando o desejo por algo novo. Porém muitos se escondem atrás do virtual e dão a desculpa de que “na net não é traição”. O quesito traição é critério de cada um, claro. Só que a falta de habilidade do casal em contornar o ciúme natural &#8211; e nem estamos falando daquele ciúme que extrapola o convencional &#8211; empurra o outro para fora da relação que, quase sempre, ainda tem muita lenha para queimar. Todo ser humano sente ciúme em várias intensidades; ele não se extingue. O que podemos fazer é minimizá-lo ou administrá-lo.</p>
<p align="justify">Mas como? Temos várias técnicas e métodos para trabalhar esse sentimento doloroso, aonde cada caso pede uma terapia diferenciada; um enfoque adequado à realidade do casal. Mas o importante é seduzirmos nossos parceiros trazendo-os para uma zona de conforto para que esse sentimento nefasto não transforme o amor do casal em raivas e possivelmente em abandono.</p>
<p align="justify"><em><strong>*Sonia Daud, é psicóloga e professora do curso de pós-graduação em Sexualidade da Famerp</strong></em></p>
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		<title>Ciúme: linha tênue entre o normal e o perigoso</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jul 2012 16:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michele Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Drª. Jaqueline Pinto* Existem múltiplos fatores que levam ao ciúme: a insegurança, o medo, a instabilidade, a desconfiança&#8230; à medida que o ciúme cresce, pior fica a manifestação por parte do ciumento, chegando a casos extremos de violência e até de morte. Dentro de uma faixa de normalidade, um ciúme eventual, que volta ao normal [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Drª. Jaqueline Pinto*</strong></em></p>
<p>Existem múltiplos fatores que levam ao ciúme: a insegurança, o medo, a instabilidade, a desconfiança&#8230; à medida que o ciúme cresce, pior fica a manifestação por parte do ciumento, chegando a casos extremos de violência e até de morte.</p>
<p>Dentro de uma faixa de normalidade, um ciúme eventual, que volta ao normal depois que a situação ameaçadora passa, é uma forma bastante comum. O que foge disso, já começa a entrar num comprometimento maior do ciúme, em um nível de transtorno emocional, em um terreno patológico.</p>
<p>O ciúme tem motivações diferentes para homens e mulheres. O ciúme da mulher se volta mais à preocupação afetiva, pois ela tem medo de perder o objeto de seu amor, daí a maior tolerância em aceitar a infidelidade conjugal. Já para o homem o ciúme tem um caráter mais de competitividade e de extrema intolerância. Mais do que perder a mulher, ele tem medo de perder o status, a posse, a honra. Teme ser passado para trás, ser traído. Isto tem ligação com o machismo e pressão social, itens que ajudam a impulsionar o ciúme masculino.</p>
<p>Para o ciumento, a relação afetiva é confundida com relação de necessidade em que se dá a posse recíproca do casal. Um passa a viver em função do outro, estabelecendo um vínculo simbiótico, de extrema dependência, do tipo &#8220;Eu não posso viver sem você, pois você é parte de mim&#8221;. Por não conseguir estabelecer um funcionamento psíquico adequado, um busca emprestado, as funções psíquicas do outro, pois sozinho sente que não consegue, controlando e retendo o outro sob o pretexto do ciúme e, portanto, do amor.</p>
<p>Essa relação de simbiose é muito complexa e torna as pessoas infelizes por também provocar a dependência do outro. Temos o que provoca o ciúme, como o que procura evitar. Essa relação de complementaridade traz sofrimento ao outro também, que se vê preso às necessidades do parceiro (a), às ameaças, á falta de individualidade, de autonomia, de liberdade. As vítimas do ciúme demoram geralmente para percebê-lo e para reagir contra o mesmo, pois são movidas pela ideia de que o ciúme é uma demonstração de amor. À medida que tomam consciência da situação podem superar esse sofrimento provocado pelo ciúme.</p>
<p>A pessoa ciumenta sofre muito e deve procurar ajuda para desenvolver melhor suas funções e capacidades, sua autoestima, resolver seus conflitos inconscientes e seus sentimentos para fugir de relações de extrema dependência e vivenciar relações mais saudáveis, com mais liberdade.</p>
<p>Quando há amor-próprio, em que ambos conseguem preservar a sua individualidade e caminharem juntos, encontrando um limite possível de segurança e convivência, certamente conseguem estabelecer uma relação mais saudável e feliz.</p>
<p><em><strong>*Drª Jaqueline Pinto é coordenadora do curso de pós-graduação em sexualidade da Famerp</strong></em></p>
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		<title>Realidade sustentável</title>
		<link>http://pauliniaextra.com.br/colunas/cenario-por-luiz-gonzaga-bertelli/realidade-sustentavel</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Jun 2012 17:54:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michele Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário - por Luiz Gonzaga Bertelli]]></category>

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		<description><![CDATA[Luiz Gonzaga Bertelli* Não há como negar que a preocupação com a preservação do meio ambiente se propaga por todos os cantos do planeta. A sustentabilidade, a reciclagem de resíduos e materiais, o tratamento e reaproveitamento da água e a economia de energia elétrica são ações que fazem parte de uma maior consciência sobre a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Luiz Gonzaga Bertelli*</strong></em></p>
<p>Não há como negar que a preocupação com a preservação do meio ambiente se propaga por todos os cantos do planeta. A sustentabilidade, a reciclagem de resíduos e materiais, o tratamento e reaproveitamento da água e a economia de energia elétrica são ações que fazem parte de uma maior consciência sobre a necessidade de preservação dos recursos naturais e do meio ambiente.</p>
<p>Essa preocupação tem aumentado na medida em que constantes catástrofes climáticas mostram as consequências da forma desrespeitosa como os seres humanos vêm tratando a natureza. Nas últimas décadas, grupos ecológicos organizados fortaleceram-se na intenção de conscientizar as pessoas sobre a degradação continua do ambiente, lutando e manifestando-se com o propósito de diminuir esse acelerado processo.</p>
<p>Ações sustentáveis ganharam as manchetes no jornal, viraram reportagens especiais na televisão e chegaram até as empresas, transformando-se em um comportamento quase que obrigatório, como forma de garantir uma boa imagem mercadológica diante dos próprios clientes.</p>
<p>A atuação interna das empresas influiu em novas políticas na gestão de pessoas e interfere diretamente no comportamento dos colaboradores. Uma pesquisa realizada pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP), intitulada Integração entre gestão de pessoas e estratégia de sustentabilidade: evidências em organizações contemporâneas mostra que, em empresas que adotaram o modelo sustentável, a contribuição para a orientação dos colaboradores foi tamanha que a sustentabilidade já é tratada até como filosofia de vida.</p>
<p>Claro que existem empresas que apregoam o caráter sustentável às suas ações apenas de fachada, investindo pesado em marketing para passar uma imagem positiva, quando a realidade e o retrospecto comprovam o contrário. Mas vamos nos ater àquelas empresas que realmente se comprometem com a preservação do meio ambiente, pois essas estão fazendo um bem à humanidade. A preocupação sustentável é importante para que as próximas gerações tenham um futuro melhor, em um planeta mais saudável. O progresso e o desenvolvimento tecnológico chegaram a certo ponto, no século XXI, que é possível crescer sem agredir ainda mais o meio ambiente.</p>
<p><em><strong>* Luiz Gonzaga Bertelli é presidente Executivo do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), da Academia Paulista de História (APH) e diretor da Fiesp.</strong></em></p>
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		<title>Esmalte: hipoalergênico ou antialérgico?</title>
		<link>http://pauliniaextra.com.br/colunas/artigos/esmalte-hipoalergenico-ou-antialergico</link>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 17:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michele Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Dr. Paulo Henrique Lucas* Um dos grandes mistérios e fonte de confusão na cabeça dos profissionais de unhas e consumidoras de esmaltes em geral reside na questão dos termos hipoalergênico e antialérgico. Afinal de contas, os esmaltes são hipoalergênicos, antialérgicos ou as duas coisas? Ou nenhuma delas? Não existe esmalte antialérgico. Aliás, não existe nenhum [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Dr. Paulo Henrique Lucas*</em></strong></p>
<p>Um dos grandes mistérios e fonte de confusão na cabeça dos profissionais de unhas e consumidoras de esmaltes em geral reside na questão dos termos hipoalergênico e antialérgico. Afinal de contas, os esmaltes são hipoalergênicos, antialérgicos ou as duas coisas? Ou nenhuma delas?</p>
<p>Não existe esmalte antialérgico. Aliás, não existe nenhum cosmético antialérgico. Esse termo só pode ser usado em medicamentos, pois são eles os capazes de cessar um processo alérgico já iniciado &#8211; e nenhum cosmético tem esse poder. Realmente em termos de cosméticos o que existe são produtos hipoalergênicos, aqueles desenvolvidos criteriosamente para minimizar ao máximo um possível surgimento de alergia.</p>
<p>Para que um produto seja classificado como hipoalergênico ele deve passar por inúmeros testes e também ser aprovado pela ANVISA, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Contudo, o que fica confuso é o fato de, às vezes, as pessoas acreditarem que um produto hipoalergênico não pode causar alergia. E, como vimos, isso é possível sim, porém em uma escala mínima.</p>
<p>Um produto hipoalergênico não livra 100% seu usuário de um processo alérgico, uma vez que não é um antialérgico. Ele apenas reduz significativamente a probabilidade de acontecer uma alergia quando comparado a um produto comum.</p>
<p>As alergias variam de intensidade de pessoa para pessoa. Enquanto uma pessoa reage de uma forma a um componente, outra pessoa reage de forma diferente e assim sucessivamente. Desse modo é de grande importância que as pessoas sensíveis e que são alérgicas a vários produtos, antes de usarem qualquer produto hipoalergênico, seja ele nacional ou importado, façam um teste para garantir a eficácia do mesmo em relação às suas alergias em particular. Se observarmos as rotulagens de esmaltes hipoalergênicos, em geral os mesmos possuem no verso da embalagem frases como &#8220;Este produto foi formulado de modo a minimizar o possível surgimento de alergia&#8221;. Minimizar e não impedir.</p>
<p>E os produtos dermatologicamente testados? Tratam-se daqueles seguros para uso humano. Como o próprio nome diz, eles passaram por testes dermatológicos, ou seja, foram testados por dermatologistas e aprovados. São produtos altamente seguros e que não causam riscos à saúde das pessoas, pois foram submetidos a vários testes de segurança.</p>
<p>Para que um produto seja classificado como &#8220;dermatologicamente testado&#8221; ele deve passar por inúmeros testes e também ser aprovado pela ANVISA. O ideal seria que todas as pessoas só utilizassem produtos dermatologicamente testados, o que nem sempre acontece. Um esmalte pode ser dermatologicamente testado e também ser hipoalergênico, porém a maioria dos esmaltes no mercado não possui nenhum dos dois testes.</p>
<p>Sendo assim, todos podem usar esmaltes ou outros produtos hipoalergênicos, porém a indicação maior desses produtos é para as pessoas que têm maior sensibilidade a desenvolver alergias a cosméticos, ou seja, os alérgicos propriamente ditos. Mas vale a pena você pagar um pouco mais caro e ter essa garantia de não agressão à sua saúde. Afinal, a saúde vale mais que alguns trocados.</p>
<p><em><strong>* Dr. Paulo Henrique Lucas, Gerente Científico LQF/Derma Nail</strong></em></p>
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		<title>Em busca do corpo bonito e saudável</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 12:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michele Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Sônia Daud* Quem pensa que em uma temporada em um spa só se fala de comida engana-se. Em meio a pessoas tão diferentes quanto o cardápio servido a conta-gotas surgem assuntos os mais variados e um deles toca profundamente na vida de todos nós: como lidamos com o nosso corpo e a necessidade de seguir [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Sônia Daud</strong></em>*</p>
<p>Quem pensa que em uma temporada em um spa só se fala de comida engana-se. Em meio a pessoas tão diferentes quanto o cardápio servido a conta-gotas surgem assuntos os mais variados e um deles toca profundamente na vida de todos nós: como lidamos com o nosso corpo e a necessidade de seguir a tendência atual da mídia &#8211; beleza a todo custo.</p>
<p>Nesse tipo de imersão encontramos mulheres frustradas com o casamento, com os maridos que as trocaram por outra mais nova e &#8220;gostosa&#8221;; encontramos gente que, no alto da maturidade emotiva, discorre sobre as novas gerações que vivem suas conquistas amorosas baseadas nos corpos esculturais. Afinal, essa estética é mesmo fundamental?</p>
<p>É inegável que a publicidade atual pouco oferece espaço para quem tem curvas em demasia, rugas ou qualquer traço normal a quem é&#8230; normal. Valoriza-se muito aquilo que demanda um sacrifício hercúleo para ser conseguido. Tanto é verdade que os exageros de Photoshop têm arrancado até umbigos das moças de revistas de beleza e estética. Não demora e o umbigo será persona non grata para quem quer ser linda. E nessa sanha da perfeição aqueles que desejam se inserir em grupos, ou que têm problemas de auto-estima, acabam procurando a estética para se sentirem mais aceitos. Entram as dietas absurdas e os hormônios que incham o corpo. Bulimia, anorexia e vigorexia são doenças de nosso tempo. E quem está nessa luta acaba buscando pessoas que partilham a mesma ideia.</p>
<p>Obviamente a estética tem uma importância no universo da conquista e na manutenção de uma relação, mas o avanço da idade é inerente a todos e é preciso entender que o colapso de nossa estrutura física pode ser retardado, mas não impedido. O saudável, sem dúvida, é viver as idades de nossa vida com naturalidade; cuidando-se, sim, mas sem exageros e torturas. A passagem do tempo também traz vantagens que só encontramos com a idade. É preciso aproveitar esse lado também. E afinal de contas, paixonite tem prazo de validade. Se o tempo passa e o que motivou a aproximação acaba, o interesse acaba junto. Simples assim.</p>
<p>Portanto pare para pensar nos reais motivos de uma imersão em um spa, de uma dieta sacrificante ou de uma intervenção estética. A questão é saúde e auto-estima saudável ou simplesmente um para se inserir no que o “mundo” pede? A resposta pode significar a felicidade natural ou uma vida de aparências que pode se tornar vazia. E muito sem graça.</p>
<p>*<em><strong>Sônia Daud, é psicóloga e professora do curso de pós-graduação em Sexualidade da Famerp</strong></em></p>
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		<title>Ser Mãe &#8211; Por Rosanne Martins</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 13:21:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gidel Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[rosanne martins]]></category>

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		<description><![CDATA[Por mais que uma mulher possa desejar ser mãe eu acredito que nenhuma de nós  e aqui eu me incluo, está realmente preparada para assumir o papel cujo treinamento formal não existe – O papel de ser Mãe.  No teatro da vida somos treinadas e preparadas para diversas funções e papeis. Mas nenhum estágio nos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por mais que uma mulher possa desejar ser mãe eu acredito que nenhuma de nós  e aqui eu me incluo, está realmente preparada para assumir o papel cujo treinamento formal não existe – O papel de ser Mãe. </p>
<p>No teatro da vida somos treinadas e preparadas para diversas funções e papeis. Mas nenhum estágio nos dará as habilidades específicas que no futuro serão tão importantes e necessárias para desempenharmos, talvez, um dos papeis mais importantes da nossa sociedade: ser Mãe. </p>
<p>Os aprendizados institucionais começam cedo, no Jardim de Infância, e tanto meninos como meninas se esforçam para fazer parte do modelo social ao qual somos expostos. Em geral, colecionando pequenas marcas do tempo de infância e superando alguns desafios inerentes a cada etapa da vida, chegamos à fase adulta equilibrados do ponto de vista emocional e certos de estar prontos para trilhar os passos dos nossos pais. <strong>  </strong></p>
<p>Críticos vorazes na adolescência, descobrimos que as mães são criaturas que parecem vindas de outro planeta e, obviamente, não têm idade! Foram sempre assim, adoráveis! Mas, talvez, um tanto ultrapassadas. Mães não compreendem muitas coisas a nosso respeito e dominam com maestria a arte de se preocupar. Vivem neste estado de entorpecimento onde tudo parece girar em torno desta coisa aborrecida cujo objetivo é nos controlar 24 horas. </p>
<p>Superada esta fase nos vemos ansiosos para ingressar na chamada vida adulta. Conquistamos a tão sonhada independência e nos sentimos prontos para fazer valer a própria soberania. Adoramos nossas mães, mas, nitidamente, elas precisam de algumas atualizações. E decidimos ser pais e mães jovens, legais e amigos dos filhos, sem caretice! Claro, acreditamos que podemos melhorar ainda mais esta relação delicada entre pai, mãe e filhos. Afinal, somos uma geração mais aberta, atualizada, adquirimos uma série de conhecimentos e queremos sempre inovar! </p>
<p>É neste momento que a natureza nos presenteia com um pequeno produto inacabado, mas absolutamente adorável! É impossível não se apaixonar perdidamente por ele: a mãozinha, o pezinho, as coxas cheias de curvinhas e a bochecha fofinha são alguns dos atributos irresistíveis do pacotinho entregue. E a famosa personagem, Mãe, entreem cena. Viade regra, iniciamos a trajetória com descobertas surpreendentes – desde um sentimento de amor indescritível a uma sensação de pleno e total despreparo para desempenhar o tão nobre papel. </p>
<p>Mas o eterno ciclo da vida cumpre seu misterioso destino onde tudo se repete, e a mãe despreparada e não treinada emerge vitoriosa. Ela é grandiosa em sua sabedoria inata e o tempo se encarrega de moldar a mãe que dá sem muito esperar, ouve e sabe calar, usa palavras sábias para confortar, silencia por respeitar e estende os braços para amparar. </p>
<p>Ser mãe é um aprendizado constante numa via de mão dupla e o ensinar é silencioso, através dos atos. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Feliz Dia das Mães!</p>
<p><strong>Rosanne Martins</strong></p>
<p>Sobre a autora:<strong> Rosanne Martins </strong>é autora do livro &#8220;Por que Sonhar Se Não Para Realizar?”, certificada em Winnipeg em Grupos de Sucesso da autora Barbara Sher,  graduada  no programa de Coaching, <em>Success Principal</em>, de Jack Canfield e em curso avançado de Psych-K, técnica desenvolvida com o objetivo de mudar crenças na mente subconsciente. Recentemente certificou-se pela Escola de Self-Healing (Auto-Cura) em São Francisco, Califórnia e atua como Palestrante Motivacional. Nasceu no Rio de Janeiro, reside em São Paulo e durante 10 anos morou no Canadá</p>
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		<title>Fazer as unhas é coisa séria</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 18:25:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michele Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Dr. Paulo Henrique Lucas* Um salão de manicure é coisa séria e tanto a profissional quanto a cliente precisam ter certos cuidados para evitar riscos à saúde. Muita coisa pode acontecer quando estamos trabalhando na unha de uma pessoa. Pode ser um fungo ou outro microorganismo que se aloja na unha ou até doenças [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Dr. Paulo Henrique Lucas*</strong></em></p>
<p>Um salão de manicure é coisa séria e tanto a profissional quanto a cliente precisam ter certos cuidados para evitar riscos à saúde. Muita coisa pode acontecer quando estamos trabalhando na unha de uma pessoa. Pode ser um fungo ou outro microorganismo que se aloja na unha ou até doenças graves, como hepatite e HIV, quando há cortes e machucados em pele ou cutículas. Basicamente, é recomendado que cada pessoa utilize o seu próprio material de unhas, kit individual contendo os materiais necessários para a manicure efetuar seu trabalho.</p>
<p>A utilização de itens de manicure (alicates, lixas, esmaltes) que foram usados por uma pessoa com micose de unha pode transmitir a micose para outra cliente. As lixas em especial devem obrigatoriamente ser descartáveis e não devem ser reutilizadas. Importante também que a manicure saiba identificar qualquer anormalidade na unha de suas clientes e traçar as soluções necessárias.</p>
<p>O esmalte também pede cuidados. Embora não haja ainda pesquisas científicas seguras que comprovem por quanto tempo exatamente os microorganismos como os fungos viveriam dentro de um esmalte e poderiam contaminar novas pessoas devemos, por cautela, não utilizar o mesmo esmalte que vem sendo utilizado por uma pessoa com micose de unhas.</p>
<p>E os instrumentos, principalmente o alicate, companheiro inseparável do público feminino? O melhor é que cada cliente leve o seu próprio alicate para o salão, principalmente se o estabelecimento não conta com processos seguros de esterilização, como autoclave. A hepatite C, causada por um vírus, é muito frequente em usuárias de salões &#8211; um risco para cliente e manicure também.</p>
<p>Por isso é importante a correta esterilização de todo material que entra em contato com sangue, como alicate, palitos e cortadores. Os vírus da hepatite podem sobreviver vários dias nesses instrumentos ou até mesmo nos frascos de esmaltes. E onde se pega hepatite pode-se ter contato também com o vírus HIV e outras enfermidades. As estufas e autoclaves eliminam todo microorganismo através de altas pressão e temperatura, mas é importante que a operadora desses equipamentos saiba utilizá-los.</p>
<p>Por fim a higiene do local e dos funcionários denota o cuidado nos bastidores. Se a manicure não tem cuidados no trato com a cliente é grande a chance de não tê-lo também com a esterilização dos materiais e até com ela mesma &#8211; lavando as mãos, por exemplo.</p>
<p><em><strong>* Dr. Paulo Henrique Lucas, farmacêutico especializado em cosméticos e gerente científico do LQF Laboratório Farmacêutico</strong></em></p>
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